Havia algo em mim que dizia: " Ei, garota! A infância acabou! " Era como se fossem os meus gritos de guerra do tipo: VALENDO, GUERREOU! Mas eu me negava a ser "grande ", de fazer parte daquele mundo que tanto lastimava. E àquela voz que a mim falava, eu dava as mesmas respostas que minha mãe tanto odiava: "ESPERA UM POUCO ! SÓ MAIS UM POUQUINHO! " Mas a voz era da vida... e ela não esperava...

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